Boteco Behaviorista 46: Luto e Suicídio

Morte é um assunto tabu em nossa sociedade, e dois temas correlatos, de interesse de todos que trabalham na promoção da saúde, merecem ser discutidos mais amiúde: suicídio e luto.

Segundo a OMS, 800 mil pessoas cometem suicídio todos os anos: acredita-se que a prevenção é possível, ainda que complexa, passando pelas condições dadas a crianças e adolescentes, pelo tratamento eficaz de perturbações mentais e pelo controle ambiental dos fatores de risco. O que a análise do comportamento pode fazer para ajudar na prevenção? O que ela tem a dizer sobre suicídio?

O luto, por sua vez, é comumente definido como o conjunto de reações diante de uma perda. É bastante difundida a proposta de Elizabeth Kubler-Ross sobre as 5 fases: negação e isolamento, raiva, barganha, depressão e aceitação. Estas fases parecem descrever a reação “natural” do ser humano diante de uma perda significativa. Como um analista do comportamento pode fazer uma leitura deste processo?

Para tratar destes temas convidamos analistas do comportamento que têm se dedicado a estudá-los: Tiago Zortea, da University of Glasgow, Dafne Oliveira, da USP, e Diogo Nascimento, da PUC-PR:

Participantes:
– César Rocha
– Dafne Oliveira (USP)
– Diogo Nascimento (PUC-PR)
– Felipe Epaminondas
– Marcela Ortolan
– Tiago Zortea (University of Glasgow)

Arte: Felipe Epaminondas

Texto: César Alves da Rocha

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Escrito por Priscila Meireles Guidugli

Graduada em Psicologia, Mestra e Doutoranda em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem pela UNESP - Bauru. Especialista em Psicoterapia Breve pelo Instituto Ampliatta. Membro do LADS (Laboratório de Aprendizagem, Desenvolvimento e Saúde) da UNESP – Bauru. Atua nas áreas clínica e escolar atendendo todas as idades, com experiência em dificuldades de aprendizagem e problemas de comportamento infantis, transtornos globais do desenvolvimento, incluindo autismo, além de transtornos psiquiátricos relacionados à ansiedade e depressão.